O trabalho dignifica... Será?
Nesta semana, por estar envolto em tantas atividades no trabalho, não pude postar na quarta-feira, pelo que desculpo-me, mas também por este mesmo motivo mudei o tema inicial do post. Resolvi justamente falar sobre coisas desagradáveis que acontecem durante o nosso cotidiano quando estamos desenvolvendo nossas atividades profissionais.
Em posts anteriores, falei algumas vezes sobre a importância de procurar sempre fazer tudo com prazer e o trabalho talvez seja a principal e mais difícil atividade que temos de tornar agradável e prazerosa. Invariavelmente, trabalhamos porque precisamos suprir as necessidades básicas, nossas e de nossos dependentes. Além das atribuições diárias que temos e que por si só já são bastante desgastantes, é comum termos de aturar chefes, clientes e colegas que, ao invés de facilitar, dificultam todo o processo e chegam ao ponto de causar estresse e desconforto no ambiente profissional. Como aos chefes e aos clientes não se pode nem se deve desagradar, na teoria os colegas deveriam ser o ponto de equilíbrio, a referência onde todos se ajudassem mutuamente e procurassem dividir os dissabores da labuta. Porém na prática não é bem isso que acontece, apesar de sempre encontrarmos alguém com quem temos afinidade, a grande maioria tende a contribuir diretamente para tornar a convivência complicada. Há os que se omitem para que os outros façam seu trabalho, os que têm inveja da sua capacidade e atrapalham propositalmente, há os inconvenientes que teimam em chamar atenção com piadinhas sem graça e repetitivas, os que vivem de mau humor por qualquer motivo e outras tantas categorias dariam um livro inteiro. Trabalhar em equipe nunca foi fácil justamente em função de muitos terem idéias divergentes sobre o mesmo assunto e nem sempre é fácil chegar a um consenso que satisfaça a todos os egos envolvidos. Os desafios são grandes principalmente quando não há uma hierarquia bem definida e existem muito ‘abacaxis’ a serem descascados. Daí começa a aparecer justificativas e causas para os resultados que não alcançam as metas previstas. É preciso aprender a gostar de fazer o que é obrigatório, para que as atividades tornem-se motivo de realização pessoal e não considerá-las como fardos entediantes e cansativos. Buscar este gosto pela atividade é um desafio que deve estar sempre presente, bem como renovar diariamente a forma de desenvolver o trabalho com companheirismo e união. O esforço de cada um é refletido no final de cada jornada. É sempre melhor voltar para casa tranquilo e relaxado com a sensação de dever cumprido do que voltar chateado e revoltado com as situações desfavoráveis. Para reflexão, um texto sobre como lidar com pessoas pode fazer a diferença. Até a próxima! CONHECER E TRATAR COM PESSOAS PRECISA HABILIDADE *Max Gehringer Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul. Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim. Já o Raul, nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase. Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas. No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino'. E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo. Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena? O Raul. E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava. Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito. Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer. Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável: Ele entendia de gente. Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: 'Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo'. Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio. Essa era a principal competência dele. "Há grandes homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro ‘Grande Homem’ é aquele que faz com que todos se sintam Grandes."
Escrito por Aurysergio Torres às 17h56
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Muito prazer, Aurysergio!

Um dia desses, ao observar o blog, percebi que além das informações automáticas de cadastro não existe nenhuma informação mais específica sobre mim. Como tenho intenção de aumentar gradativamente a quantidade de visitantes, julguei necessária uma apresentação mais detalhada aos que ainda não me conhecem, sobre quem sou eu, minhas idéias e a forma que vejo o mundo. Certamente muitos dos que convivem comigo irão discordar em vários pontos, mas não considero isso estranho porque sei que quando terminar de escrever este texto, também terei algumas surpresas, mas tenho certeza que conhecerei um pouco mais de mim.
Com 35 anos completados no último mês de junho e há mais de dois tendo de aprender a ser o pai do Arthur, a cada dia que passa acredito mais que sofro do 'Complexo de Peter Pan'. Explico: mesmo com toda a carga de responsabilidades que o mundo nos impõe à medida que envelhecemos, e me esforço bastante para cumprir todas as minhas obrigações da maneira correta, sempre me pego pensando como um garoto de 12 anos. Sempre buscando alegria e diversão em todos os momentos, jamais deixo de aproveitar qualquer oportunidade de descontração que apareça, ignorando os efeitos que o tempo teima em tentar impregnar em meu corpo e em minha mente.
Sou uma pessoa simples e gosto das coisas simples e descomplicadas. Simpático, educado, extrovertido, tímido (em situações que não estou seguro), responsável e perfeccionista. Contento-me com o básico e gosto de batalhar para conquistar o que preciso. Não tenho apego a coisas materiais nem tenho ganância, apesar de zelar pelo que tenho. Não gosto de fazer planos a longo prazo por conta de ser muito impaciente, o que também é característico numa das minhas grandes deficiências, detesto esperar qualquer coisa que seja, por menos tempo que precise.
Procuro estar sempre perto das pessoas que gosto e que gostam de mim. Tento ser indiferente às que não gostam apesar do meu gênio explosivo insistir em aflorar quando sou provocado, o exercício de controlar os impulsos de reação nas situações adversas tem sido uma prática constante. Não gosto de conviver com pessoas mal-humoradas e negativas. Acredito que devemos encarar os problemas e tentar resolvê-los da melhor forma, mas acredito também que podemos inserir prazer e momentos de descontração em tudo que fazemos.
Profissionalmente, tenho várias aptidões que busco aperfeiçoar sempre, e as que mais utilizo atualmente são a informática e a administração, além de ter cursos técnicos de eletricidade (predial, industrial e bobinagem), noções de eletrônica, recursos humanos, áudio e vídeo.
Pessoalmente, busco sempre aproveitar tudo que me é proporcionado, desde que me acrescente algo e, dentre as atividades que mais aprecio, destaco as seguintes:
- Música - Gosto de todos os estilos, mas tenho um critério de seleção estritamente baseado na qualidade. O fato de tocar violão desde a infância me fez mais exigente quanto ao conteúdo (letras, principalmente).
- Esportes - A competitividade é algo que me fascina desde criança. Regularmente jogo futebol e vôlei, mas gosto de assistir eventos de todas as modalidades esportivas, especialmente futebol e, como diz o hino do meu clube preferido, "Flamengo sempre eu hei de ser".
- Cinema - Gosto de filmes que tragam uma mensagem da qual possa extrair alguma lição. Drama, comédia e suspense são meus gêneros favoritos, mas também gosto de aventura, ficção, terror e animação, somente pela diversão, sem muita cobrança.
- Leitura - Desde a infância sempre gostei muito de ler. Livros, jornais, revistas, gibis, romances, cordel, didáticos, etc. Hoje a internet me proporciona a possibilidade de ter, ao alcance de um clique, todos os assuntos que me encantam e com isso, a leitura tornou-se parte integrante e imprescindível do meu cotidiano.
- Natureza - Sempre que posso, vou a lugares onde haja ar puro, árvores e cursos d'água (rios, riachos, etc). Fazendas, chácaras, praias, trilhas pela mata me energizam e me fazem renovar meu compromisso de preservação do meio ambiente.
- Amizade - Todas as atividades acima só são aproveitadas de forma plena se forem divididas com as pessoas que estimo. Estar junto dos amigos me estimula a crescer como pessoa. E tenho muito orgulho em poder dizer que tenho muitos amigos e com eles compartilho muitas experiências, além de me incentivarem e me apoiarem em tudo o que faço ou busco conquistar.
Finalizando, me esforço muito para ser uma pessoa melhor a cada dia e poder contribuir com a sociedade em geral. Às vezes consigo bons resultados, em outras nem tanto, mas continuo buscando encontrar equilíbrio e sabedoria pra conduzir a vida da melhor forma possível. Aproveitando, a todos que se dispuserem a complementar ou discordar de qualquer das descrições que apresentei, utilizem os comentários à vontade.
"Não me entrego sem lutar, tenho ainda coração. Não aprendi a me render, que caia o inimigo então!"
Trecho de 'Metal contra as nunves', da Legião Urbana
Categoria: Quem é?
Escrito por Aurysergio Torres às 10h06
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Viver bem é o que interessa... O resto não tem pressa!
Só informando, defini as quartas-feiras como o dia de publicação de novos posts... Desta forma, todos estão convidados a conferir, comentar, dar sugestões, criticar e até enviar textos para reflexão. Garanto que tudo será lido e utilizado, direta ou indiretamente. Aproveitando a ocasião, dedico este post a Herta Ribeiro e Alinne Araújo. Obrigado pelo carinho!
Sem mais delongas, falemos da vida, que é bela... Porém, curta!
É muito comum, nos meses de dezembro e janeiro, as pessoas em geral se revestirem de um otimismo e alto astral em função das festividades de fim de ano e das metas de incentivo para o início do próximo. Porém, tão comum quanto a euforia, é a certeza de que esses sentimentos serão renegados ao esquecimento tão logo acabe o carnaval.
Isto me faz pensar na maneira melancólica e entediante que muitos conduzem suas vidas. Transformam seus cotidianos numa rotina mecânica a ponto de se anularem: acordar, trabalhar, comer, pagar, produzir, compreender, aceitar, descansar, dormir... E tantos outros infinitivos de caráter obrigatório que, passam-se dias, semanas e meses e, quando menos se espera, dezembro já chegou novamente. Só então se desperta outro lampejo de bons presságios.
É inegável que o mundo de hoje obriga-nos a viver em constante agitação e correria, mas é importante fazer um exercício de reflexão a cada novo dia: Eu sou feliz? O que estou fazendo para ser feliz? Como estou contribuindo para tornar melhor o convívio com os que me cercam? Eu consigo semear bons sentimentos entre as pessoas? Se acharmos respostas positivas para algumas destas perguntas, certamente teremos mais chances de enfrentar a intensidade de obrigações a que estamos submetidos com muito mais disposição e, porque não, algum prazer.
Lembro de, quando garoto, assistir ao desenho animado Lippy & Hardy, da Hanna Barbera. Lippy era um leão que andava sempre na companhia de seu amigo Hardy, uma hiena pessimista. Os episódios contavam as aventuras da dupla, salientando sempre o pessimismo de Hardy (gravura ao lado), que sempre repetia "Eu sei que não vai dar certo!... Oh, dia, oh, céus, oh, azar!". Infelizmente, temos muitos Hardys convivendo conosco, pessoas que constantemente estão mal humoradas e insatisfeitas com algo ou alguém, sempre prevendo coisas negativas. Costumam ser ranzinzas e estar sempre resmungando ou reclamando de situações com as quais não estão satisfeitas e nunca, ou muito raramente, as vemos tomando atitudes para modificar o que não lhes agrada.
Como não existem manuais ou receitas prontas de como encarar estes dissabores existenciais, a melhor forma de combatê-los é conhecer bem a si próprio. Determinar quais as ações que tomamos nos deixam 'de bem com a vida'. Procurar trazer mais alegria para dentro de nós mesmos e buscar estar sempre fazendo algo que seja prazeroso e que resultem em satisfação pessoal. Assim, quando estivermos 'recheados' de boas sensações, teremos condições de iniciar o processo de 'contaminação' dos que nos rodeiam. Neste caso, 'contaminação' é a palavra apropriada para a situação, porque as pessoas vivem tão angustiadas e fechadas para o contentamento, que temos de atingi-las sem que percebam e, quando menos esperarem, descubram-se contagiadas e rejuvenescidas pela alegria de viver.
Por falar em rejuvenescer, costumo sempre dizer que, independente da idade do corpo, devemos ter a mente jovem. Conviver com pessoas de diferentes idades, participar de conversas informais, interagir com crianças e adolescentes, praticar esportes, ouvir boa música, dançar, são exemplos de atividades que nos remoçam física e psicologicamente. Em geral, atividades que tenham por conseqüência o sorriso, que é fator imprescindível para uma vida de qualidade:
"Está comprovado que bom humor e otimismo vacinam nosso corpo contra todo tipo de doença. O funcionamento do corpo melhora e várias dores diminuem visivelmente. Quem sorri estimula o cérebro a liberar endorfina e serotonina — substâncias responsáveis pela sensação de prazer e felicidade. Essas substâncias proporcionam uma sensação de leveza e bem-estar, além de ativarem o sistema imunológico. Essa imunização ajuda a prevenir, principalmente, doenças ocasionadas por elevado grau de estresse. O sorriso combate a depressão e o estresse, diminui a pressão arterial, melhora a digestão, desintoxica o organismo, espanta a dor e até deixa a pele mais bonita. Além disso, se você está sempre sorrindo, as pessoas irão querer sempre ficar perto de você e sua convivência social será muito favorecida. Sorrir é um remédio sem efeitos colaterais; não precisa de prescrição e é de graça. Por isso, pare de franzir a testa e solte uma boa gargalhada sempre que possível que os benefícios virão. [...]" Trecho extraído do site http://belezaesaude.dae.com.br/sorrir-faz-bem-a-saude/
Resumindo tudo, devemos sorrir o máximo que pudermos, sempre fazer o que nos dá prazer e tornar prazeroso tudo o que fazemos, ficar perto das pessoas que gostamos e que gostam de nós e, principalmente, buscar ser felizes em todas as ocasiões.
Escrito por Aurysergio Torres às 12h57
[]
[envie esta mensagem]
[link]
2009 - Um ano para ser 'musical'!

Se todo o ano de 2009 for intenso como foram as primeiras horas, posso ter grandes expectativas desde já... Afinal não é todo dia que temos em Imperatriz um show com um expoente da música nacional: Zeca Baleiro. Na verdade, foi o primeiro show com este estilo de música que tivemos, proporcionado pelo governo do estado e em local aberto ao público. Público que surpreendeu não somente pela presença, mas também pela animação e disposição com que interagiu com a música e com o espetáculo apresentado pelo cantor e sua banda. A maioria cantou e dançou ao som de sucessos já consagrados e das novas canções do artista, que apresentou um repertório com estilos bem variados e pulsantes.
Antecipando um pouco, tive o prazer de participar da abertura do show (ainda em 2008), tocando baixo na apresentação dos cantores regionais - Luís Carlos Dias, Neném Bragança, Zeca Tocantis, Lena Garcia e Erasmo Dibell - o que já foi muito legal porque ensaiamos durante uma semana inteira para o evento e pude conhecer muitas pessoas do meio musical da cidade, entre cantores e instrumentistas, além de poder aprender muitas coisas novas e interessantes.

Mas o que mais me chamou atenção foi que, desde a abertura até o final do show do Baleiro, o público presente apreciou o evento de forma entusiasmada e dinâmica, o que me leva a imaginar se a falta de cultura que assola a nossa cidade seria muito menor caso houvessem acontecimentos deste tipo regularmente. Muitas pessoas poderiam ser, ou melhor, seriam incentivadas a conhecer mais estilos musicais e poderiam ter parâmetros para avaliar a qualidade do que a mídia massifica comercialmente, em detrimento à qualidade e ao bom gosto.
Ao conversar sobre música costumo sempre dizer que, para todos os estilos, existem músicas com e sem qualidade, mas infelizmente quase tudo que ouvimos diariamente é tão pobre e ofensivo que as letras e ritmos estão beirando o insuportável. É tanto "forró eletrônico", "brega tecnológico", "sertanejo universitário" nos rádios e nas tvs que quase não conseguimos mais ouvir boa música em ambientes públicos. Estamos chegando quase ao ponto de ter de andar com protetores auriculares para tentar escapar de tais aberrações sonoras.
Ficarei na torcida que este Reveillon não tenha sido apenas uma obra do acaso ou mais uma jogada política. Que seja o prelúdio de um novo horizonte para a cultura em nossa cidade. Que sirva de exemplo a outros políticos, aos empresários e instituições da região. Somente divulgando a cultura de forma abundante e enérgica é que poderemos fazer com que as crianças e jovens assimilem o conteúdo necessário para poder comparar e julgar o que é bom e o que não é. E o mais importante, possam propagar cultura por todos os lugares e para todas as pessoas.
Ainda é tempo! Saudemos 2009, que iniciou muito bem... Muitíssimo bem!
Escrito por Aurysergio Torres às 14h57
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Retornando... de novo!!!
Antes de qualquer coisa, realmente tenho de admitir que manter a freqüência de escrever aqui é bem difícil... Sempre tem uma coisa ou outra que toma o tempo e me faz perder o foco... Mas vou me esforçar para voltar a publicar algo em menos tempo (pelo menos do que da última vez - amanhã seriam 09 meses).
Bem, partindo das idéias e projetos que descrevi aqui na última postagem, a seguir atualizo o status de cada um deles:
* Consegui montar a locadora e deixá-a ativa por uns 03 meses, mas infelizmente, em decorrência de fatores alheios à minha vontade, tive de fechá-la novamente. Mas não desisiti e já estou com a estrutura parcialmente pronta em um outro local e com uma nova proposta de funcionamento. Falta apenas tempo para terminar a montagem e encontrar alguém responsável e disponível para tomar conta... Não vai demorar, eu espero!!!
* Quanto aos serviços de suporte técnico em computadores, sempre está aparecendo uns 'bicos'... Não tanto quanto eu gostaria, mas bem mais do que antes. E sempre que aparecem, vêm numa ótima hora, pois a grana extra está ajudando muito em determinadas situações;
* O trabalho junto ao Delta está indo de vento em popa... Raramente há uma semana em que não é preciso atuar nas atividades da escola e tem rendido bons momentos de reencontro e descontração junto aos meus antigos colegas;
* A parte musical, que honestamente era a que havia menos possibilidade de se tornar concreta, por incrível que pareça está muito melhor do que eu poderia prever... Com algumas mudanças no plano original, comprei as caixas de som e foi uma aquisição muito importante, pois através das mesmas, abriu-se uma nova possibilidade de ganhar um dinheiro extra - sonorização para eventos de pequeno e médio porte. E desde agosto, estou tocando com o Reginaldo Parente (farei uma apresentação melhor desta figura num próximo post, é uma promessa) e o Magoo, este simplesmente um dos melhores guitarristas que já vi em Imperatriz... Regularmente estamos nos apresentando (até três vezes por semana) em bares, restaurantes e eventos diversos. Além de me divertir muito e de tirar o estresse do dia-a-dia, ainda entra uma graninha legal que dá para resolver uns pequenos 'pepinos'.
É mais ou menos isso aí e continuo fazendo as coisas que sempre fiz: indo à Piauizão para nossas reuniões de zoeira, sempre que aparece uma oportunidade vou à praia ou a outro lugar 'natural', jogando futebol nos sábados... e aprontando um monte com o Arthur, que é o melhor e mais importante de todos os meus projetos.
"Só existe uma coisa melhor que fazer novos amigos: conservar os velhos!" Elmer G. Letterman
Escrito por Aurysergio Torres às 15h33
[]
[envie esta mensagem]
[link]
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|
| |





|
BRASIL, Nordeste, IMPERATRIZ, NOVA IMPERATRIZ, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Música, Esportes, Cinema e Vídeo Outro -
|




|
|
 |
 |
| |


Todas as mensagens
Quem é?


Blog do Juca
Blog do Torero
Blog do Lelê
Charges
Instante Posterior - Bruno Medina
| |
 |
 |
 |
| |


Dê uma nota para meu blog
|
|
 |
|
 |
|